Terça, 19 de Agosto, 2008
Tive um momento de “perder o dente” esta noite. Caminhava pelas ruas com um amigo, cuidando de quaisquer que fossem os assuntos do sonho, quando meus dentes começaram se soltar. Comecei a cuspir molares, muitos, mais do que poderia caber em minha boca! Chegamos à casa de uma mulher, onde haveria uma festa e eu ia cantar com meu amigo. Pedi para ir ao banheiro antes que alguém me visse sem todos aqueles dentes. Trazia-os todos na mão direita. No banheiro, olhei-me no espelho: ainda haviam alguns dentes, meio soltos, dependurados na minha gengiva.
Terça, 02 de Agosto, 2005
Não me lembro de quase nada deste sonho, mais sei que meu pai estava nele e nós brigávamos, não sei porque. Eu estava nervoso, havia algo que eu não queria aceitar, ou ele. Lembro-me de sair de casa e ganhar as ruas falando sozinho, reclamando, explicando a mim mesmo o conflito. Então em algum momento sinto um incômodo metálico na boca, então tiro toda minha arcada dentária inferior. Era como se fosse uma dentadura, mas não era: eram meus dentes de verdade, mantidos juntos por um pedaço de arame. Eu os observei, limpei com um pano, soprei, e pus de volta. Depois tinha um cara tocando violão muito bem e eu me senti inferior e havia uma garota olhando ele tocar e senti inveja. Quando o cara terminou de tocar, largou o violão e eu rapidamente peguei e comecei a imitar os acordes, até que não estava ruim, mas sem dúvida não soava tão bem quanto a música que ele fazia.
Segunda, 28 de Fevereiro, 2005
Diante do espelho, tirei da minha boca um dente podre. Então comi um punhado de biscoitos água-e-sal, e vomitei no tapete. A massa vomitada começou a passar por umas transformações. Primeiro era como bolhas amarelas e azuis em algo parecido com mercúrio. Depois, eram minhocas, vermes enroscados uns nos outros, vermes pretos e marrons, e um especialmente vermelho. Eu estava sentado no sofá da sala e havia alguém do meu lado, eu lhe apontei as minhocas, e fiz notar especialmente a vermelha, tão parecida com uma crista de galo. Uma minhoca se separa do bando e vem se arrastando em minha direção, está perto da minha perna e eu me encolho temendo o contato. De repente, o verme cria pernas feito uma centopeia e então cria asas feito uma libélula e então sai voando.